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    2011.03.17-SHIVAN + GARGULA (ENTRADA LIVRE)-Castelo Periscoxe

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    Zé Metal & Company

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    2011.03.17-SHIVAN + GARGULA (ENTRADA LIVRE)-Castelo Periscoxe

    Mensagem  Zé Metal & Company em 01.03.11 20:07


    Pois é ,nada melhor que o concerto inserido das festas de Loures no dia 2011-03-17,para nos levar á época medieval recuando assim no tempo e logo com Shivan e Gargula ,duas bandas de puro Heavy Hold Scholl com algumas raízes quer nas suas letras quer nas próprias músicas ,alusivas a esta época de Reis ,Cavaleiros ,Fortes e Castelos .bem inspirador ,o concerto vai ter entrada livre ,o que já por si é uma dádiva seja das bandas ,seja da parte organizativa ,um concerto a ter em conta face ao brutal espaço histórico ,e claro pelo excelente Heavy Metal bem nacional que poderemos assistir e conto com o Castelo bem cheio de guerreiros ,reis e rainhas etc heheh
    Um pouco de História envolto desta fortaleza do Conselho de Loures

    História
    Construção e reforma
    Não se conhece, com segurança, a origem da toponímia, que alguns afirmam ligar-se ao nome de Pêro Escouche e, outros, a um indivíduo de apelido Pires, que coxo, era conhecido como “Pires Coxo”.

    O chamado Castelo de Pirescoxe remonta ao século XV, quando, em 1442, Nuno Vasques de Castelo Branco e sua esposa, D. Joana Zuzarte, instituíram um morgadio neste local, até então uma quinta da família. Fizeram erguer, desse modo, um paço monumentalmente acastelado, para a sua residência.

    Após uma reformulação dos espaços em seu interior no século XVII), no século seguinte, com o falecimento de D. Pedro Castelo Branco, capitão da guarda do príncipe D. Teodósio, um dos filhos de D. João V (1706-1750), extinguiu-se a linhagem dos Castelo Branco. Finado o derradeiro proprietário do paço, o imóvel veio a conhecer abandono, caindo em ruínas.

    Do século XX aos nossos dias

    Castelo de Pirescoxe, Portugal.
    Castelo de Pirescoxe, Portugal.
    Castelo de Pirescoxe, Portugal.O conjunto encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 5 de Dezembro de 1961.

    A partir de 2001, por iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR, desenvolveu-se um extenso projecto de consolidação, recuperação e revitalização do conjunto, requalificado como espaço cultural. O projecto, de autoria do arquitecto Francisco da Silva Dias, teve os trabalhos de prospecção arqueológica a cargo da arqueóloga Raquel Silva. Estão disponíveis ao público visitante, hoje, auditório ao ar livre para eventos culturais, cafetaria, galeria de artes plásticas, sala multi-uso, além da área envolvente, ajardinada.

    Características
    De pequenas dimensões, com planta quadrada, embora aparente externamente uma arquitectura militar, conhece-se apenas em suas linhas gerais a disposição interna do conjunto, de uso civil. Uma muralha baixa, rematada por ameias, envolve todo o conjunto, reforçada por três torres, também de planta quadrada, ameadas, com apenas dois pavimentos. Estas torres, assimetricamente dispostas, são flanqueadas por matacães sobre modilhões.

    Interiormente, o centro do conjunto funcionava como pátio, a partir do qual acedia-se às diversas áreas. No lado da fachada principal erguia-se o corpo residencial, onde subsiste uma grande chaminé no Salão Nobre. Este, liga-se lateralmente a dois outros corpos onde existiam quartos, áreas de apoio e uma capela (de que ainda restavam vestígios em 1939, como o espaço e a abóbada originais). Nos fundos, localizavam-se as dependências domésticas e da criadagem, como cozinhas, despensas e armazéns.

    A lenda do tesouro de D. Sebastião
    A tradição local afirma que se oculta, nas caves do castelo, o tesouro de D. Sebastião (1568-1578), afirmando-se ainda que a última proprietária do imóvel mudou-se por não suportar mais ser incomodada, durante a noite, por curiosos em busca dessa riqueza. António Godinho, um historiador local, afirma que pode haver um fundo de verdade na lenda, uma vez que um dos antigos proprietários do castelo acompanhou aquele soberano na fatídica batalha de Alcácer Quibir.
    O castelo de Pirescoxe tem as suas origens no século XV, mais precisamente no ano de 1442, altura em que Nuno Vasques de Castelo Branco e sua mulher, D. Joana Zuzarte, titulares do viscondado de Castelo Branco, instituíram um morgadio neste local, então uma quinta da família. Terá sido a partir dessa data que se edificou o actual conjunto monumental, que chegou até aos nossos dias sem grandes alterações na fisionomia exterior. Ele é, assim, um típico paço senhorial da nobreza portuguesa dos finais da Idade Média e tal estatuto está bem expresso na dualidade estética e funcional entre a imagem de força e de poder que os seus promotores pretendiam que o monumento transmitisse, e a comodidade de uma residência adaptada a uma cada vez mais exigente nobreza.

    Apesar de desconhecermos, em grande parte, a estrutura interna do conjunto, possuímos ainda suficientes elementos do plano original que ajudam a caracterizá-lo no contexto das casas nobres senhoriais quatrocentistas. Planimetricamente, existiu uma deliberada busca pela simetria e racionalidade, visível na planta quadrangular da sua estrutura geral, apenas interrompida por um anacrónico prolongamento da torre e muralha que delimitam o conjunto pelo lado esquerdo. A imagem militar (veiculadora da tal sensação de poder tão característica da arquitectura civil nobre de finais da Idade Média) é a primeira característica fundamental a retirar do imóvel. Três torres quadrangulares, de apenas dois andares, reforçam a muralha que corre a toda a volta do conjunto, uniformemente rematada por ameias, sendo as torres flanqueadas por matacães sobre modilhões.

    Interiormente, porém, a imagem de castelo ameniza-se e a organização dos espaços obedecia a critérios mais funcionais. Assim, o centro do conjunto funcionava como pátio, a partir do qual se acedia às várias áreas. Para o lado da fachada principal localizava-se o corpo residencial, onde ainda existe a grande chaminé do salão nobre, ligado lateralmente a dois outros corpos onde existiam quartos, áreas de apoio e a capela (de que ainda restavam importantes vestígios em 1939, como o espaço e a abóbada originais). Para as traseiras estavam reservadas as dependências domésticas e destinadas à criadagem, como cozinhas, arrecadações e demais espaços de armazenagem e funcionamento do paço.

    Esta descrição sumária revela bem o carácter racional do conjunto, mas a verdade é que estamos perante uma obra secundária e relativamente modesta no quadro da actividade construtiva civil da poderosa nobreza quatrocentista. Ao contrário dos paços reais de Leiria, ou dos senhoriais de Barcelos, por exemplo, estamos diante de um monumento algo atarracado, com muralhas e torres baixas, e detentor de uma preocupação racional não totalmente conseguida, uma vez que as torres não estão simetricamente dispostas entre si nem em relação com o conjunto.

    Parcialmente adulterado ao que tudo indica no século XVII, altura em que se terão reformulado parcelas importantes do interior, com vista a uma actualização funcional do espaço, o século seguinte trouxe a ausência de vida ao monumento, uma vez que D. Pedro Castelo Branco, capitão da Guarda do Príncipe D. Teodósio, um dos filhos de D. João V, foi o último da linhagem dos Castelo Branco e derradeiro proprietário do paço.

    Praticamente em ruínas até aos finais do século XX, coube à Câmara Municipal de Loures definir um ambicioso projecto de revitalização do conjunto. A adaptação a espaço cultural, com auditório, galeria municipal e cafetaria, entre outros espaços e valências, foi precedida por uma intervenção arqueológica, que logrou identificar uma série de alterações ao edifício original, a maior parte das quais destruída pela posterior obra de reconversão, mas não revelou estratos de povoamento anterior ao século XV.


    Aliar-mos estas duas grandes bandas nacionais a este Castelo com um historial fantástico é qualquer coisa que transcede o Heavy Metal na sua mais pura essencia essencia .
    Agora vamos lá então aos artistas da noite do apocalipse
    [size=150]SHIVAN[/size]





    Lembro que o vocalista já é outro ,o brazileirão Mauro ,muito bom por sinal ,uma ótima prestação dá este vrutal vocalista nos concertos ,aliás toda a banda faz isto muito próprio ,muito feeeling inbutido com muita alma
    [size=150]GARGULA [/size]

    Ora esta banda tem a particularidade de ter o João como vocalista que foi também em Alkateya ,tal como o guitarrista Alcides de Shivan ,uma banda monstro ,tal como é considerada em Portugal ,impulsionadores máximos do heavy metal tuga .uma banda competente do que faz em palco .sempre a andar pente fino ,normalmente fazem umas covers de Alkateya que fizeram a delicia dos anos 80 .

    É uma banda em completo crescendo que faz uns ótimos concertos .
    Musicas de simples trato ,mas com muito impacto no seu público .duas bandas a não perder e logo gratuitamente num espaço fenomenal


    HEHEHEHEH!!!!!

    Breve farei um cartaz ,se entretanto não aparecer nenhum ,quanto á malta APAREÇAM !!! :headbanger: :headbanger: :headbanger: Cheers Cheers Cheers :jam: :jeroen: 🤘

      Data/hora atual: 16.08.18 2:24